Paulo Gonzo
Paulo GonzoExistem poucos cantores Portugueses com uma carreira tão extensa, conseguindo sempre inspirar audiências com uma mistura única de Blues, Jazz, Rhythm e Soul caracterizada por uma criatividade e inovação únicas e que se mantêm renovadas a cada novo álbum. Existem poucos cantores Portugueses com uma carreira tão extensa, conseguindo sempre inspirar audiências com uma mistura única de Blues, Jazz, Rhythm e Soul caracterizada por uma criatividade e inovação únicas e que se mantêm renovadas a cada novo álbum. Paulo Gonzo é esse artista, e com uma carreira que já se prolonga há mais de vinte e cinco anos, é já um verdadeiro ícone , não apenas para toda uma geração que cresceu a ouvi-lo, mas também para uma nova vaga de fãs e novos artistas que nele se inspiram e o escutam com admiração. Os resultados da sua carreira musical única, são um leque de temas e canções com tal diversidade e energia, que poucos artistas Portugueses podem aspirar a comparar-se. Muito provavelmente já todas as pessoas sabem como tudo começou: a tocar em bares e clubes locais como membro fundador, cantor e compositor dos Go Graal Blues Band em 1975. No entanto, o grupo teve de esperar ainda alguns anos até ao seu primeiro contrato com uma pequena produtora chamada Imavox. Foi este primeiro álbum, chamado “Go Graal Blues Band” e o seu single “Outside”, que iniciou a longa e bem sucedida carreira musical de Paulo Gonzo. Este primeiro álbum tornou-se rapidamente num Disco de Ouro. Em 1980 é editado “White Noise”, incluindo o single “Touch Me Now”. Após outros álbuns e singles de sucesso, como “Lonely” (single, 1981), “Black Mail” (álbum, 1983) e “Dirty Brown City” em 1984, Paulo Gonzo decide finalmente lançar-se a solo com o single “So Do I”, que alcançou sucesso imediato, vendendo mais de 50.000 cópias. O ano de 1986 foi um marco na carreira de Gonzo, tendo assinado com a CBS Portugal, parte da Sony Music Entertainment, e gravado o seu primeiro maxi - single a solo, “Somewhere in the Night”, seguido pelo seu álbum de estreia, “My Desire”, que incluía materiais originais escritos por Charlie Midnight, Dan Hartman, Daniel Lavoie e Jimmy Scott, bem como uma espantosa interpretação de Otis Redding em “These Arms of Mine”. De seguida veio o sucesso do single “Stay”, que vendeu 10.000 cópias e se manteve no top das músicas mais vendidas durante semanas a fio. Imediatamente de seguida, grava o maxi-single “My Girl/She Knocks Three Times”, sendo que no final de 1989 sai o “Can’t Be With you”. É finalmente em 1992 que Paulo Gonzo lança o seu primeiro álbum em Português, “Pedras da Calçada”. O projecto envolveu a colaboração do seu antigo companheiro na Go Graal Blues Band, João Allain, Alexande Frazão na percussão, Yuri Daniel no baixo e guitarra acústica e Richard Cruz também no baixo. Outros talentos tais como Alexandre Manaia (teclas), José Salgueiro (percussão) e Edgar Caramelo no saxofone alto contribuíram nesta criação. Produzido por Luís Oliveira, o álbum contava ainda com as vozes de Rita Guerra e Isabel Campelo. Das doze músicas que o compunham, uma distinguiu-se em termos de popularidade através da sua melodia distinta e sensualidade: Jardins Proibidos. Ainda reconhecida por todos nos dias de hoje, a música reflecte em completo a sensualidade e energia de Paulo Gonzo e é uma referencia no panorama musical Português. Em Novembro do mesmo ano, Gonzo lança ainda um ‘best of’ da sua obra em Inglês, “My Best”. No entanto, a sua carreira subsequente seria imortalizada pela sua produção na língua portuguesa. O álbum seguinte, “Fora D’Horas”, lançado em 1995, envolveu a participação de inúmeros artistas de renome, tanto a nível nacional como internacional. Com Nani Teixeira e Pedro Abrantes na secção de ritmo, Alexandre Dinis nas teclas e João Cabeleira (guitarrista dos Xutos e Pontapés), Luís Fernando e Xavier “Tox” Geronimi nas guitarras. Participando neste álbum estiveram lendas da música portuguesa como Pedro Abrunhosa, Rui Reininho e Pedro Malaquias, tendo sido produzido por Frank Darcel, produtor de Etienne Daho, GNR e Quinta do Bill. Nas palavras do jornalista e crítico João Gobern, Fora D’Horas foi “um cd que respira alegrias, angústias, paixões, excessos, ironias, memórias, futuros, noites(muitas noites) na justa medida dos instintos, despreocupado com as regras da normalização e com o flagelo da pré-programação.” Canções como “Acordar”, “Tiro à Queima Roupa”, “Leve Beijo Triste” e “Noite das Sete Colinas” tornaram-se referências na música popular Portuguesa moderna. Foi no entanto o Álbum “Quase Tudo”, em 1997, que se mostrou o maior sucesso de Paulo Gonzo até à data, recebendo sêxtupla platina e tornando o nome do cantor conhecido em qualquer canto do país. A compilação continha alguns dos seus melhores trabalhos até à data, incluindo uma versão original cantada com Olavo Bilac (Santos e Pecadores) de “Jardins Proibidos”, “Pedras da Calçada”, “Caprichos da Lua”, “Sete Vidas” e “Acordar”, entre outras. O seu projecto seguinte, “Suspeito” (1998) foi produzido por Frank Darcel e algumas letras de Pedro Malaquias e Rui Reininho. Como rapidamente se tornou hábito, Paulo Gonzo juntou-se a um leque de músicos excelentes tanto a nível nacional como internacional: Bernardo Sassetti, Zé Pedro (Xutos e Pontapés), Gonçalo Pereira, Texino, Dalu, Nani Teixeira, Phillippe Decock e Flak (ex-Rádio Macau). Os casos de sucesso das músicas de Gonzo repetiram-se em “Pagava P’ra Ver”, “Ser Suspeito”, “Fogo Preso” e “Humano e Pouco Mais”. Em 1999 Gonzo lança “Live Unplugged”, um álbum ao vivo que retrata a sua carreira desde o seu primeiro Single, “So do I”, até ao seu mais recente sucesso até à data, “Ser Suspeito”. Contendo não só todo o seu trabalho mais conhecido (“Jardins Proibidos”, “Dei-te Quase Tudo”) mas também algumas pérolas musicais menos populares, foi um álbum completo e memorável. As suas interpretações do clássico blues “Georgia On My Mind” e de “Coisas Soltas” demonstraram de um modo inequívoco a capacidade vocal do cantor até ao seu ponto mais alto, e ambas foram acompanhadas por Bernardo Sassetti no Piano, tendo “Coisas Soltas” tido a participação do extraordinário Rui Reininho. Perto do final do álbum, mais dois convidados surpreendem-nos com a sua presença: Tim e Zé Pedro dos “Xutos e Pontapés”. Tim acompanha Paulo numa versão acústica de “Chuva Dissolvente”, e Zé Pedro demonstra a sua habilidade na guitarra em “Curva Fatal”. Uma vez mais produzido por Frank Darcel, o álbum passa um sentimento de calma e contentamento ao elevar Paulo Gonzo a novas alturas na sua carreira. Em 2005 Paulo Gonzo comemora 20 anos de carreira a solo. Uma carreira que iniciou em Inglês com o single “So Do I”, evoluindo depois para originais em Português dos quais se destacam “Acordar”, “Jardins Proibidos”, “Dei-te Quase Tudo”, “Pagava P’ra Ver” e “Ser Suspeito”, entre inúmeros êxitos musicais, vídeos, um DVD, e centenas de concertos pelo país e estrangeiro. Paulo Gonzo regressa com um novo álbum, “Paulo Gonzo”, tanto mais apetecível porque se trata de um novo disco de canções originais. Há muito prometido aos seus fãs, este novo álbum e o conceito que o rodeia rebuscam de forma indelével no passado “bluesy” de Paulo Gonzo, trazendo à superfície as influências musicais que o têm acompanhado desde o início com a célebre “Go Graal Blues Band”. O álbum apresenta um conjunto de canções, versões e arranjos que surpreendem pela emotividade e sofisticação, num alto nível de qualidade de gravação a que o Paulo Gonzo sempre nos habituou. O disco conta igualmente com importantes participações, como, por exemplo, Rui Veloso. Em 2007, Paulo Gonzo, integra-se na prestigiada série ‘Perfil’, na qual já foram publicados alguns dos maiores nomes da música Pop actual, como por exemplo Adriana Calcanhotto ou Tom Jobim. Este seu álbum conta com todos os temas que celebrizaram o músico, incluindo ainda uma canção inédita, ‘Diz-me Tu’ e também uma nova versão do clássico 'Leve Beijo Triste', gravada em dueto com Lúcia Moniz. O registo possui um total de 17 canções, entre as quais “Sei-te de Cor”, “Falamos Depois”, “Pedras da Calçada”, “Caprichos da Lua”, “Jardins Proibidos”, “Acordar”, “Dei-te Quase Tudo”, “Lugares”, “Pagava p’ra Ver”, “Ser Suspeito”, “Frágil Como o Amor”, “So do I” e “Desta Margem”. Paulo Gonzo é uma referência obrigatória na música Pop produzida em Portugal nas últimas duas décadas. Graças a uma voz de características únicas, a canções marcantes e a uma forte personalidade, Paulo Gonzo é um artista que consegue apelar tanto ao público feminino como ao masculino, abrangendo também diversos escalões etários. Recente prova disso continua a ser o enorme sucesso de vendas do álbum “Paulo Gonzo”, editado em 2005, e o CD “Paulo Gonzo Ao Vivo No Coliseu” (2007), que continuam a estar na lista dos discos portugueses mais vendidos dos últimos 3 anos. O talento e o sucesso de Paulo Gonzo, como cantor, compositor e intérprete , fazem deste músico (que já vendeu mais 400.000 discos até hoje), um dos mais conceituados artistas portugueses da actualidade. Paulo Gonzo é esse artista, e com uma carreira que já se prolonga há mais de vinte e cinco anos, é já um verdadeiro ícone , não apenas para toda uma geração que cresceu a ouvi-lo, mas também para uma nova vaga de fãs e novos artistas que nele se inspiram e o escutam com admiração. Os resultados da sua carreira musical única, são um leque de temas e canções com tal diversidade e energia, que poucos artistas Portugueses podem aspirar a comparar-se. Muito provavelmente já todas as pessoas sabem como tudo começou: a tocar em bares e clubes locais como membro fundador, cantor e compositor dos Go Graal Blues Band em 1975. No entanto, o grupo teve de esperar ainda alguns anos até ao seu primeiro contrato com uma pequena produtora chamada Imavox. Foi este primeiro álbum, chamado “Go Graal Blues Band” e o seu single “Outside”, que iniciou a longa e bem sucedida carreira musical de Paulo Gonzo. Este primeiro álbum tornou-se rapidamente num Disco de Ouro. Em 1980 é editado “White Noise”, incluindo o single “Touch Me Now”. Após outros álbuns e singles de sucesso, como “Lonely” (single, 1981), “Black Mail” (álbum, 1983) e “Dirty Brown City” em 1984, Paulo Gonzo decide finalmente lançar-se a solo com o single “So Do I”, que alcançou sucesso imediato, vendendo mais de 50.000 cópias. O ano de 1986 foi um marco na carreira de Gonzo, tendo assinado com a CBS Portugal, parte da Sony Music Entertainment, e gravado o seu primeiro maxi - single a solo, “Somewhere in the Night”, seguido pelo seu álbum de estreia, “My Desire”, que incluía materiais originais escritos por Charlie Midnight, Dan Hartman, Daniel Lavoie e Jimmy Scott, bem como uma espantosa interpretação de Otis Redding em “These Arms of Mine”. De seguida veio o sucesso do single “Stay”, que vendeu 10.000 cópias e se manteve no top das músicas mais vendidas durante semanas a fio. Imediatamente de seguida, grava o maxi-single “My Girl/She Knocks Three Times”, sendo que no final de 1989 sai o “Can’t Be With you”. É finalmente em 1992 que Paulo Gonzo lança o seu primeiro álbum em Português, “Pedras da Calçada”. O projecto envolveu a colaboração do seu antigo companheiro na Go Graal Blues Band, João Allain, Alexande Frazão na percussão, Yuri Daniel no baixo e guitarra acústica e Richard Cruz também no baixo. Outros talentos tais como Alexandre Manaia (teclas), José Salgueiro (percussão) e Edgar Caramelo no saxofone alto contribuíram nesta criação. Produzido por Luís Oliveira, o álbum contava ainda com as vozes de Rita Guerra e Isabel Campelo. Das doze músicas que o compunham, uma distinguiu-se em termos de popularidade através da sua melodia distinta e sensualidade: Jardins Proibidos. Ainda reconhecida por todos nos dias de hoje, a música reflecte em completo a sensualidade e energia de Paulo Gonzo e é uma referencia no panorama musical Português. Em Novembro do mesmo ano, Gonzo lança ainda um ‘best of’ da sua obra em Inglês, “My Best”. No entanto, a sua carreira subsequente seria imortalizada pela sua produção na língua portuguesa. O álbum seguinte, “Fora D’Horas”, lançado em 1995, envolveu a participação de inúmeros artistas de renome, tanto a nível nacional como internacional. Com Nani Teixeira e Pedro Abrantes na secção de ritmo, Alexandre Dinis nas teclas e João Cabeleira (guitarrista dos Xutos e Pontapés), Luís Fernando e Xavier “Tox” Geronimi nas guitarras. Participando neste álbum estiveram lendas da música portuguesa como Pedro Abrunhosa, Rui Reininho e Pedro Malaquias, tendo sido produzido por Frank Darcel, produtor de Etienne Daho, GNR e Quinta do Bill. Nas palavras do jornalista e crítico João Gobern, Fora D’Horas foi “um cd que respira alegrias, angústias, paixões, excessos, ironias, memórias, futuros, noites(muitas noites) na justa medida dos instintos, despreocupado com as regras da normalização e com o flagelo da pré-programação.” Canções como “Acordar”, “Tiro à Queima Roupa”, “Leve Beijo Triste” e “Noite das Sete Colinas” tornaram-se referências na música popular Portuguesa moderna. Foi no entanto o Álbum “Quase Tudo”, em 1997, que se mostrou o maior sucesso de Paulo Gonzo até à data, recebendo sêxtupla platina e tornando o nome do cantor conhecido em qualquer canto do país. A compilação continha alguns dos seus melhores trabalhos até à data, incluindo uma versão original cantada com Olavo Bilac (Santos e Pecadores) de “Jardins Proibidos”, “Pedras da Calçada”, “Caprichos da Lua”, “Sete Vidas” e “Acordar”, entre outras. O seu projecto seguinte, “Suspeito” (1998) foi produzido por Frank Darcel e algumas letras de Pedro Malaquias e Rui Reininho. Como rapidamente se tornou hábito, Paulo Gonzo juntou-se a um leque de músicos excelentes tanto a nível nacional como internacional: Bernardo Sassetti, Zé Pedro (Xutos e Pontapés), Gonçalo Pereira, Texino, Dalu, Nani Teixeira, Phillippe Decock e Flak (ex-Rádio Macau). Os casos de sucesso das músicas de Gonzo repetiram-se em “Pagava P’ra Ver”, “Ser Suspeito”, “Fogo Preso” e “Humano e Pouco Mais”. Em 1999 Gonzo lança “Live Unplugged”, um álbum ao vivo que retrata a sua carreira desde o seu primeiro Single, “So do I”, até ao seu mais recente sucesso até à data, “Ser Suspeito”. Contendo não só todo o seu trabalho mais conhecido (“Jardins Proibidos”, “Dei-te Quase Tudo”) mas também algumas pérolas musicais menos populares, foi um álbum completo e memorável. As suas interpretações do clássico blues “Georgia On My Mind” e de “Coisas Soltas” demonstraram de um modo inequívoco a capacidade vocal do cantor até ao seu ponto mais alto, e ambas foram acompanhadas por Bernardo Sassetti no Piano, tendo “Coisas Soltas” tido a participação do extraordinário Rui Reininho. Perto do final do álbum, mais dois convidados surpreendem-nos com a sua presença: Tim e Zé Pedro dos “Xutos e Pontapés”. Tim acompanha Paulo numa versão acústica de “Chuva Dissolvente”, e Zé Pedro demonstra a sua habilidade na guitarra em “Curva Fatal”. Uma vez mais produzido por Frank Darcel, o álbum passa um sentimento de calma e contentamento ao elevar Paulo Gonzo a novas alturas na sua carreira. Em 2005 Paulo Gonzo comemora 20 anos de carreira a solo. Uma carreira que iniciou em Inglês com o single “So Do I”, evoluindo depois para originais em Português dos quais se destacam “Acordar”, “Jardins Proibidos”, “Dei-te Quase Tudo”, “Pagava P’ra Ver” e “Ser Suspeito”, entre inúmeros êxitos musicais, vídeos, um DVD, e centenas de concertos pelo país e estrangeiro. Paulo Gonzo regressa com um novo álbum, “Paulo Gonzo”, tanto mais apetecível porque se trata de um novo disco de canções originais. Há muito prometido aos seus fãs, este novo álbum e o conceito que o rodeia rebuscam de forma indelével no passado “bluesy” de Paulo Gonzo, trazendo à superfície as influências musicais que o têm acompanhado desde o início com a célebre “Go Graal Blues Band”. O álbum apresenta um conjunto de canções, versões e arranjos que surpreendem pela emotividade e sofisticação, num alto nível de qualidade de gravação a que o Paulo Gonzo sempre nos habituou. O disco conta igualmente com importantes participações, como, por exemplo, Rui Veloso. Em 2007, Paulo Gonzo, integra-se na prestigiada série ‘Perfil’, na qual já foram publicados alguns dos maiores nomes da música Pop actual, como por exemplo Adriana Calcanhotto ou Tom Jobim. Este seu álbum conta com todos os temas que celebrizaram o músico, incluindo ainda uma canção inédita, ‘Diz-me Tu’ e também uma nova versão do clássico 'Leve Beijo Triste', gravada em dueto com Lúcia Moniz. O registo possui um total de 17 canções, entre as quais “Sei-te de Cor”, “Falamos Depois”, “Pedras da Calçada”, “Caprichos da Lua”, “Jardins Proibidos”, “Acordar”, “Dei-te Quase Tudo”, “Lugares”, “Pagava p’ra Ver”, “Ser Suspeito”, “Frágil Como o Amor”, “So do I” e “Desta Margem”. Paulo Gonzo é uma referência obrigatória na música Pop produzida em Portugal nas últimas duas décadas. Graças a uma voz de características únicas, a canções marcantes e a uma forte personalidade, Paulo Gonzo é um artista que consegue apelar tanto ao público feminino como ao masculino, abrangendo também diversos escalões etários. Recente prova disso continua a ser o enorme sucesso de vendas do álbum “Paulo Gonzo”, editado em 2005, e o CD “Paulo Gonzo Ao Vivo No Coliseu” (2007), que continuam a estar na lista dos discos portugueses mais vendidos dos últimos 3 anos. O talento e o sucesso de Paulo Gonzo, como cantor, compositor e intérprete , fazem deste músico (que já vendeu mais 400.000 discos até hoje), um dos mais conceituados artistas portugueses da actualidade.
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Último lançamentoSó Gestos - Album, 18.11.2011
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