Sade
Alexandra Burke
Ke$ha
John Mayer
Jimi Hendrix
Ana Carolina
Usher: novo álbum 'Raymond v. Raymond' sai a 29 de Março.
USHER ‘RAYMOND v. RAYMOND’
Novo álbum chega às lojas a 29 de Março!
Novo single ‘OMG’ conta com a participação de Will.I.Am e já chegou às rádios nacionais!
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Tema já disponível (Digital):
There Goes my Baby

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Ke$ha: novo single chama-se 'Blah Blah Blah' (Feat. 3OH!3) e já chegou às rádios nacionais.
KE$HA - Novo single chama-se ‘Blah Blah Blah’ (Feat. 3OH!3) e já chegou às rádios nacionais!
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Álbum de estreia 'Animal' já nas lojas!

Ver vídeo ‘Tik Tok’

KE$HA ‘ANIMAL’
Site oficial * Myspace * iTunes *
1. Your Love is My Drug
2. Tik Tok
3. Take it Off
4. Ki$$ N Tell
5. Stephen
6. Blah Blah Blah (Feat. 3OH!3)
7. Hungover
8. Party at a Rich Dude’s House
9. Back$tabber
10. Blind
11. D.I.N.O.$.A.U.R.
12. Dancing with Tears in my Eyes
13. Boots and Boys
14. Animal
15. VIP - Bonus Track

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BIOGRAFIA
Se existe algo que Kesha sabe fazer, é contar histórias. Segue-se uma história muito boa: há dois anos atrás, a aspirante cantora e compositora pop decidiu que queria Prince como produtor do seu primeiro álbum. Então, descobriu a sua morada e rumou até à sua residência em Beverly Hills, onde pagou 5 dólares ao jardineiro para deixá-la passar por entre as grades do portão da frente da casa do artista. Em seguida, dirigiu-se até à entrada (que estava forrada a veludo roxo), entrou por uma porta lateral que estava aberta e entrou no elevador espelhado até ao terceiro andar, onde Prince se encontrava a ensaiar com a sua banda. “Foi algo embaraçoso”, relembra a cantora, “mas que se lixe não é? Então, sentei-me numa das poltronas roxas existentes na sala até ele reparar em mim, o que acabou por acontecer. Ele disse: “Mas como é que entraste aqui?”. “O seu segurança expulsou-me, mas não antes de eu lhe deixar o meu CD, enfeitado com um laço roxo gigante.”

Kesha nunca voltou a ter notícias de Prince, mas o incidente revela muito sobre a personalidade explosiva e determinação desta nova cantora de 22 anos. “Sempre soube que queria ser artista”, afirma. “Existe um vídeo no qual eu tenho 5 anos, estou despida e coberta de tinta e digo: ‘Vou ser uma estrela do rock e ninguém me vai parar!’ É a minha vocação. Se não tentar a minha sorte, vou-me sentir uma frustrada quando tiver 50.”

Felizmente, Kesha não vai ter que passar por essa sensação de arrependimento. Encontra-se presentemente a compor e gravar o seu álbum de estreia com o produtor executivo Dr. Luke, responsável pelos êxitos de Britney Spears, Katy Perry, Kelly Clarkson, Avril Lavigne e Flo Rida. Após ter-se rendido à interpretação vocal meio, vocal meio rap de Kesha, gravada numa demo de fraca qualidade, Luke trouxe Kesha para a RCA Records, que assinou contrato com a cantora em Fevereiro de 2009. O álbum — que também irá contar com as colaborações do veterano produtor de êxitos Max Martin (Pink, Kelly Clarkson, Britney Spears) e o muito procurado compositor/produtor Benny Blanco (Katy Perry, 3OH!3, Spank Rock) — está a tornar-se numa colecção de temas electro/pop sonantes, tornados ainda mais irresistíveis pela energia punk da cantora, bem como pelas suas letras e atitude irreverentes. “Quero que a minha música seja divertida, sem remorsos, barulhenta, excêntrica, hilariante e interessante”, afirma, “mas com conteúdo. Sou uma pessoa emotiva por detrás de toda esta fachada. Quero que as pessoas ouçam a minha música e se possam identificar com ela.”

Sem surpresa alguma, os temas apresentam o talento de Kesha na arte de contar histórias, apesar de a sua escolha de assuntos abordados não ser propriamente convencional. Existe um tema que fala sobre um momento em que Kesha vomitou dentro de um armário, durante uma festa na casa de Paris Hilton (“Party at a Rich Dude’s House”), e outro no qual a cantora afirma “some dumb bitch fronted like she was my friend but then secretly tried to bring me down” (uma tipa burra qualquer fingiu ser minha amiga para, depois, tentar espezinhar-me) (“Backstabber”), e outro tema no qual a cantora fala sobre descobrir que o seu namorado a estava a enganar com outra estrela pop famosa, cujo nome não é revelado (“Kiss & Tell”). Noutro tema, a cantora fala sobre começar a ver o universo como uma cadeia cíclica de eventos ligados, após ter conhecido um rapaz na discoteca (“Chain Reaction”, que constou da banda sonora do programa da MTV, The Hills).

Kesha explica a sua paixão por canções de amor devido ao facto de ter passados os seus primeiros anos de vida junto de compositores veteranos em Nashville. A sua mãe Pebe, antiga cantora punk/rock, é uma compositora cuja carreira se iniciou em Music City em finais dos anos 70, altura em que colaborou na criação do tema “Old Flames Can’t Hold A Candle To You”, uma faixa que se tornou num êxito de Joe Sun em 1978, e um êxito para Dolly Parton em 1980. Mas na altura em que Kesha nasceu, em 1987 (durante uma festa em San Fernando Valley, Los Angeles), Pebe estava a passar por um mau bocado, esforçando-se para criar Kesha e o seu irmão mais velho através da música. “Vivíamos da ajuda da segurança social e de talões de desconto em supermercados”, afirma Kesha. “Uma das minhas primeiras memórias é ouvir a minha mãe dizer: 'Se quiseres algo, tira-o.’”

Em 1991, Pebe levou a família de volta para Nashville, onde conseguiu assinar um novo contrato como compositora. Kesha conheceu muitos estúdios de gravação. “Pensava que toda a gente crescia num estúdio de gravação”, afirma. A cantora frequentou uma escola de música na zona rural do Tennessee (“onde alguns dos miúdos nem tinham sapatos”, relembra), teve aulas de composição e apaixonou-se pelos grandes nomes da música country: Johnny Cash, Dolly Parton e Patsy Cline. “Ouvia todas aquelas músicas lindas e todas elas contavam histórias”, afirma. “O tema Nashville Skyline de Bob Dylan é um dos meus discos preferidos.” De tempos a tempos, Pebe deixava que Kesha cantasse nas faixas em que estava a trabalhar. “A minha mãe sempre me disse que tinha boa voz e que deveria praticar canto, então comecei a cantar praticamente a toda a hora”, afirma Kesha.

Quando Kesha tinha 17 anos, abandonou o liceu, “o que era algo inacreditável porque estava inscrita num programa de bacharelato internacional e pretendia ir para a Columbia University estudar Piscologia”, afirma, “mas quis voltar para Los Angeles e seguir a minha carreira musica.” Foi nessa altura que conheceu Dr. Luke. “Estava à procura de uma artista feminina com uma voz incrível e distinta, com um estilo muito próprio”, afirmou Luke. “Kesha tinha uma sonoridade única.” Dr. Luke também estava a trabalhar com o artista de hip-hop Flo Rida, numa faixa para o seu segundo álbum. Certa noite, Kesha tinha ido sair com ambos e o rapper confessou-lhe que queria uma voz feminina num tema, pelo que lhe perguntou se queria participar no seu disco. Obviamente, ela aceitou. Em Fevereiro, esse tema intitulado “Right Round”, chegou ao n.º 1 das tabelas e vendeu mais de 636 mil downloads na sua primeira semana de lançamento, quebrando o recorde de vendas digitais registado numa semana. (Kesha também participa no tema “Touch Me”, outro tema do próximo disco de Flo Rida, intitulado “R.O.O.T.S.”)

“A primeira vez que ouvi a minha participação no tema ‘Right Round’ na rádio comecei a gritar e a chorar”, conta Kesha. “Posso parecer algo maluca, mas por detrás de tudo isto, tenho as ideias em ordem. Estou a trabalhar muito arduamente para que o meu sonho se concretize e é muito bom ver esse trabalho árduo ser recompensado. Quero dizer, há três anos atrás, estava a roubar vegetais enlatados do supermercado para sobreviver. Agora, tenho uma canção que está no n.º 1, estou a trabalhar no meu álbum, e tenho alguns trocos na carteira. Ser capaz de levar a minha mãe a jantar for a é a melhor sensação do mundo.”

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Apocalyptica revelam nome do novo álbum
Os filandeses APOCALYPTICA revelaram que título do novo álbum do grupo: ‘7th Symphony’. O novo álbum sucede o aclamado ‘Worlds Collide’. ‘7th Symphony’ será o sétimo álbum de estúdio dos Apocalyptica.
A banda anunciou recentemente as datas da digressão finlandesas e mais datas internacionais serão reveladas.
Mais info em: www.apocalyptica.com
Matisyahu apresenta o novo álbum 'Light' no Sumol Summer Fest - 26 de Junho - Ericeira Camping (Eric
MATISYAHU
Apresenta novo álbum ‘LIGHT’ no Sumol Summer Fest
26 de Junho - Ericeira Camping (Ericeira)
‘LIGHT’ foi produzido por David Kahne (Paul McCartney, Sublime, The Strokes)

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MATISYAHU ‘LIGHT’ (CD; Digital)

1. Smash Lies
2. We Will Walk
3. One Day
4. Escape
5. So Hi So Lo
6. I Will Be Light
7. For You
8. On Nature
9. Motivate
10. Struggla
11. Darkness Into Light
12. Thunder
13. Silence
‘Light’ é o nome do novo álbum de Matisyahu, cujo single de avanço é o tema ‘One Day’. Produzido por Dave McCracken and the Smeezintons, ‘Onde Day e é um autêntico e clássico hino reggae, levado ao expoente pela voz poderosa de Matisyahu.

Poucos artistas causam tanto impacto como Matisyahu causou quando entrou no Top 40 (E.U.A.) com o grande êxito “King Without a Crown”: Estávamos perante algo original – um judeu ortodoxo de Nova Iorque a cantar canções reggae sobre a sua devoção religiosa. Os fãs responderam positivamente à sua voz única, levando o álbum de estreia ‘Youth’ (nomeado para um Grammy em 2006) ao topo da tabela de reggae da Billboard.
Aos 29 anos de idade, Matisyahu lança o seu segundo disco de originais, intitulado ‘Light’: “À medida que os meus gostos musicais vão crescendo, tenho vindo a redescobrir o meu som e a minha voz”, afirma Matisyahu.
Produzido por David Kahne (Paul McCartney, Sublime, The Strokes), este álbum de 14 faixas abrange uma vasta área de estilos musicais, quer com acutilante dancehall de “Smash Lies”, o ska new wave de “We Will Walk”, até ao descontraído pop-rock de “So Hi So Lo”) e o folk-soul acústico de “I Will Be the Light”.
Apesar do reggae estar bem presente em todos os temas, Matisyahu dá por si a sair da sua zona de conforto, ousando passar por ouros territórios.

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Jimi Hendrix: faltam 8 dias para o lançamento do novo álbum de inéditos 'Valleys of Neptune' e reedi
JIMI HENDRIX - 12 GRAVAÇÕES DE ESTÚDIO INÉDITAS
DISPONÍVEIS PELA PRIMEIRA VEZ
EM ‘VALLEYS OF NEPTUNE’

A Experience Hendrix LLC e a Legacy Recordings lançam um projecto monumental do catálogo musical de Jimi Hendrix, com uma colecção que documenta o período criativo fundamental registado em 1969
Valleys of Neptune – Disponível a nível mundial: 8 de Março

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A Experience Hendrix LLC e a Legacy Recordings da Sony Music Entertainment, irão lançar o seu monumental Projecto do catálogo de Jimi Hendrix – 2010, a 8 de Março, com o lançamento de Valleys of Neptune, um novo disco com 12 gravações de estúdio completas. A edição de coleccionador contém mais de 60 minutos de música, nunca antes comercializada, sob a forma de um álbum de Jimi Hendrix, do artista descrito pela revista Rolling Stone como "o maior guitarrista de todos os tempos".
Baseado nas faixas gravadas durante um período fundamental e conturbado de 4 meses no ano de 1969, Valleys of Neptune apresenta as últimas gravações estúdio originais da banda Jimi Hendrix Experience. Aqui, a banda lança os alicerces para o seu segundo disco, após Electric Ladyland, em conjunto com as primeiras sessões do super herói da guitarra com o baixista Billy Cox, seu velho amigo do exército que tinha recrutado para a sua nova banda.
Valleys of Neptune fornece uma perspectiva essencial, empolgante e na sua maioria inédita daquilo que Jimi Hendrix fez a nível musical, no período crucial entre o lançamento de Electric Ladyland em Outubro de 1968 e 1970, ano em que abriu os seus estúdios Electric Lady Studios em Greenwich Village. Estas instalações de vanguarda foram também o local eleito para iniciar o seu projecto final, o ambicioso disco duplo: First Rays of the New Rising Sun.
Janie Hendrix, Presidente do Conselho de Administração da Experience Hendrix LLC, a empresa liderada pela família Hendrix cujo objectivo consiste em preservar e proteger o legado de Jimi Hendrix, afirmou: "O meu irmão Jimi sentia-se em casa quando estava no estúdio. Valleys of Neptune apresenta uma visão aprofundada da sua mestria durante o processo de gravação e demonstra o facto de ter sido um inovador, sem precedentes, deste mesmo processo, como também um excelente guitarrista. O seu génio transparece em todas estas faixas valiosas."
Valleys of Neptune proporciona mais de 60 minutos de temas inéditos de Jimi Hendrix, as gravações originais e novas misturas para este lançamento histórico, a cargo de Eddie Kramer, o engenheiro de longa data de Hendrix, que trabalhou consigo pela primeira vez em Are You Experienced?, em 1967. Valleys of Neptune foi produzido por Janie Hendrix, John McDermott (que escreveu os comentários sobre o álbum) e Eddie Kramer.
O single “Valleys of Neptune” há muito que é uma das gravações mais procuradas de Hendrix. O tema será lançado a nível mundial a 2 de Fevereiro de 2010, quase 40 anos após Jimi ter concluído a gravação nos estúdios Record Plant, em Nova Iorque, em Maio de 1970.
Outros pontos altos de Valleys of Neptune incluem as espantosas versões de estúdio do clássico de Elmore James, "Bleeding Heart" e "Sunshine of Your Love" dos Cream, bem como as primeiras interpretações das composições originais de Hendrix, como "Ships Passing Through The Night", "Lullaby For The Summer" e a gravação original da Jimi Hendrix Experience do tema "Hear My Train A Comin'". Valleys of Neptune também inclui o tema "Mr. Bad Luck", uma faixa da Jimi Hendrix Experience produzida por Chas Chandler durante as sessões de 1967 - Axis: Bold as Love.
Como parte do início de uma série de lançamentos do Projecto do catálogo musical de Jimi Hendrix, a Legacy Recordings também vai lançar novas edições de luxo em CD/DVD de Are You Experienced?, Axis: Bold As Love, Electric Ladyland e First Rays of the New Rising Sun, também disponíveis em vinil, a 8 de Março.
Cada um dos títulos essenciais do catálogo musical de Jimi Hendrix que irão ser reeditadas pela Legacy irão incluir um DVD de bónus, incluindo novos documentários realizados por Bob Smeaton, já galardoado com um Óscar, [Beatles Anthology, Festival Express, Beatles: The Studio Recordings] e também entrevistas com os elementos da banda como Noel Redding, Mitch Mitchell, Billy Cox, o produtor original Chas Chandler e o engenheiro Eddie Kramer. Para além disso, a compilação original de Jimi, Smash Hits, também será novamente apresentada. O disco aclamado pela crítica, Live At Woodstock, estará disponível na forma de um DVD convencional, bem como na versão em Blu-ray.
"Nenhum outro artista transformou a paisagem da música pop de forma tão profunda ou duradoura como Jimi Hendrix", disse Adam Block, Vice-Presidente Sénior e Director Geral da Legacy Recordings. "É com orgulho que nos associamos à Experience Hendrix para efectuar o lançamento de Valleys of Neptune, um verdadeiro tesouro para todos os fãs de Jimi Hendrix. Trata-se de um início auspicioso rumo à concretização de uma visão partilhada para a concretização da edição do catálogo musical de Jimi Hendrix."

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JIMI HENDRIX ‘VALLEYS OF NEPTUNE’

1. Stone Free
Recorded: Record Plant, New York, April 7, 9, 14, May 17,1969
Producer: Jimi Hendrix
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Bass: Billy Cox
Drums: Mitch Mitchell
Backing Vocals: Roger Chapman, Andy Fairweather Low

2. Valleys Of Neptune
Recorded: Record Plant, New York, September 23, 1969, May 15, 1970
Producer: Jimi Hendrix
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Drums: Mitch Mitchell
Bass: Billy Cox
Percussion: Juma Sultan

3. Bleeding Heart
Recorded: Record Plant, New York, April 24, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Bass: Billy Cox
Drums: Rocky Isaac
Tambourine: Chris Grimes
Maracas: Al Marks

4. Hear My Train A Comin’
Recorded: Record Plant, New York, April 7, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Bass: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell

5. Mr. Bad Luck
Recorded: Olympic Studios, London, May 5, 1967
Producer: Chas Chandler
Additional bass and drum recording, Air Studios, London, June 5, 1987
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Bass: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell

6. Sunshine Of Your Love
Recorded: Olympic Studios, London, February 16, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Guitar: Jimi Hendrix
Bass: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell
Percussion: Rocki Dzidzornu

7. Lover Man
Recorded: Olympic Studios, London, February 16, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Bass: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell

8. Ships Passing Through The Night
Recorded: Record Plant, New York, April 14, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Guitar, Vocals: Jimi Hendrix
Bass: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell

9. Fire
Recorded: Olympic Studios, London, February 17, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Bass, Backing Vocal: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell

10. Red House
Recorded: Olympic Studios, London, February 17, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Bass: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell

11. Lullaby For The Summer
Recorded: Record Plant, New York, April 7, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Mixed By Eddie Kramer
Guitar: Jimi Hendrix
Bass: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell

12. Crying Blue Rain
Recorded: Olympic Studios, London, February 16, 1969
Producer: Jimi Hendrix
Additional bass and drum recording, Air Studios, London, June 5, 1987
Vocal, Guitar: Jimi Hendrix
Percussion: Rocki Dzidzornu
Bass: Noel Redding
Drums: Mitch Mitchell

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A Experience Hendrix Tour 2010, a quarta edição da digressão bienal de concertos que inclui um alinhamento de grandes nomes da música, para homenagear a música e o legado de Jimi Hendrix, irá iniciar-se no princípio de Março do próximo ano, com actuações especiais nos EUA.

Entre os artistas que irão interpretar temas escritos e inspirados por Jimi Hendrix estão alguns dos artistas mais conhecidos e respeitados do rock e blues da actualidade, como Joe Satriani, Jonny Lang, Eric Johnson, Kenny Wayne Shepherd, Brad Whitford (dos Aerosmith), Doyle Bramhall II, Ernie Isley, Living Colour, Chris Layton dos Double Trouble, para além do baixista Billy Cox. Cox, que se tornou amigo de Hendrix quando ambos faziam parte do 101.º agrupamento do Exército Norte-Americano, tocou na Jimi Hendrix Experience e na Band of Gypsys, tendo actuado ao lado de Hendrix em festivais marcantes como Woodstock e Isle of Wight. Cox comentou: "É para mim uma honra tão grande tocar agora a música de Jimi para o público, tal como o era nos anos 60."

Março 4 - Santa Barbara, CA - Arlington Theater (1)
5 - Los Angeles, CA - Gibson Amphitheater (1)
6 - Las Vegas, NV - The Joint @ Hard Rock (1)
7 - Mesa, AZ - Ikeda Theater (1)
9 - Fresno, CA - Table Mountain (1)
10 - San Francisco, CA - Warfield Theater (1, 2)
12 - Reno, NV - Silver Legacy (1, 2)
14 - Denver, CO - Paramount Theatre (1, 2, 3)
16 - Kansas City, MO - Uptown Theater (1, 2, 3)
17 - Minneapolis, MN - Orpheum Theater (1, 2, 3)
18 - Chicago, IL - Chicago Theater (1, 2, 3)
20 - St. Louis, MO - Fox Theatre (2, 3)
21 - Milwaukee, WI - Riverside Theater (2, 3)
23 - Akron, OH - Civic Theatre(2)
24 - Montclair, NJ - Wellmont Theatre (2)
25 - Red Bank, NJ - Count Basie Theater (2)
27- Atlanta, GA - Fox Theatre (2)

1 = David Hidalgo and Cesar Rosas appearing
2 = Sacred Steel featuring Robert Randolph appearing
3 = Susan Tedeschi appearing

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Scorpions: Depois do anúncio do fim da banda e antes da digressão mundial, a banda alemã termina em
SCORPIONS - ‘STING IN THE TAIL’
O novo álbum a 22 de Março!

KLAUS MEINE (vocalista)
RUDOLF SCHENKER (guitarrista)
MATTHIAS JABS (guitarrista)
JAMES KOTTACK (baterista)
PAWEL MACIWODA (baixista)

SCORPIONS ‘STING IN THE TAIL’

1 Raised On Rock
2 Sting In The Tail
3 Slave Me
4 The Good Die Young
5 No Limit
6 Rock Zone
7 Lorelei
8 Turn You On
9 Let's Rock
10 SLY
11 Spirit Of Rock
12 The Best Is Yet To Come

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BIOGRAFIA
“Enquanto estávamos a trabalhar no nosso álbum nestes últimos meses, conseguíamos sentir literalmente o quão forte e criativo o nosso trabalho estava a ficar e a alegria que estávamos a sentir enquanto trabalhávamos neste disco”, afirma Klaus Meine, líder dos SCORPIONS acerca do novo álbum da banda: STING IN THE TAIL. “Queremos terminar a extraordinária carreira dos SCORPIONS em alta. Estamos extremamente gratos pelo facto de ainda sentirmos a mesma paixão pela música que sentíamos no início.” “Por isso, a determinada altura”, acrescentou o guitarrista Matthias Jabs, “lembrámo-nos de terminar a nossa carreira com este álbum notável.” O guitarrista Rudolf Schenker afirmou: “A digressão de 3 anos e que passa por 5 continentes tem como objectivo ser estrondosa, queremos festejar com os nossos fãs e dizer adeus.” “Quando comecei, tinha muitos desejos”, disse Schenker. “É incrível, conquistei muito mais do que aquilo que sonhei.”

Os elementos básicos da música hard rock estão incorporados no ADN dos elementos desta banda alemã de hard rock, icónica e lendária. E com o álbum STING IN THE TAIL, os SCORPIONS conseguem redefinir a sua marca e construir um trabalho que, sendo bastante sólido, não só se assemelha às características do nosso tempo, como também está à frente do mesmo. Ninguém possui um plano para criar um álbum de sucesso. “No entanto, desta vez, concentrámo-nos apenas em encontrar o nosso ponto de partida”, afirma Rudolf Schenker. “Atitude é a palavra certa, o temperamento como um estereótipo para a cultura rock. “I’m driving out of town just follow my heart/I think I’m gonna be a rock ’n roll’ star/The Girls would go mad I’d give ‘em all I can give/If I had a cheap guitar and one dirty riff”--those are the lyrics for the title track “Sting In The Tail”, letras da autoria de Klaus Meine. “Temos uma sonoridade nova e simples no nosso novo álbum, apenas 100% Scorpions”, afirma Matthias Jabs.

Passaram 40 anos desde que os elementos da antiga formação dos SCORPIONS-- que na altura integravam Michael, irmão de Rudolf Schenker, e que mais tarde se veio a juntar à banda inglesa UFO-- conduziram a sua velha carrinha Volkswagen vermelha de um pequeno pub para outro, de um quintal para outro, na sua terra natal da baixa Saxónia, transportando o seu equipamento e dando espectáculos de rock. Cinco anos antes, na pequena localidade de Sarstedt, Rudolf Schenker tinha baptizado a banda. E desde o início, mesmo com uma constante mudança de alinhamento, a banda demonstrou ser bastante promissora. A banda tinha dois objectivos, quase apocalípticos: “Em primeiro lugar, vamos concentrar-nos nas letras em inglês porque, em segundo lugar, um dia vamos ser uma das maiores bandas rock do mundo.”

O resto pertence à história da música: Desde um prémio Echo para “Carreira” (2009) e “Melhor Banda Alemã” (1994), passando pelo “World Music Award” (1994)--não existem muitos prémios dignos de referência que os SCORPIONS ainda não tenham conquistado. É difícil enumerar todos os discos de ouro e platina conquistados pela banda. São em grande número, espalhados pelo mundo inteiro. E todos os anos, a banda recebe ainda mais. Olhando apenas para as vendas de discos, é possível constatar essa grandeza: ultrapassam a marca dos 100 milhões! Em retrospectiva, é fantástica a forma como a aparentemente normal combinação de ritmo, letras e melodias, em conjunto com o carisma da banda, deu origem a um êxito universal. Confiante e inequívoco. O baterista James Kottack tem razão quando afirma: “Se fores um extra-terrestre e estiveres a aterrar na Terra e perguntares ‘O que é o rock ‘n’ roll?’ – SCORPIONS será a resposta!”

Os feitos conquistados durante a carreira da banda construíram uma ponte entre o passado e o futuro: reuniram mais de 150 mil pessoas entre Manaus e Rio de Janeiro durante a sua última digressão pela América do Sul, esgotaram estádios na Grécia durante o Verão passado, encheram salas de espectáculos em Nova Iorque, Los Angeles, Tóquio e Mumbai, actuaram no espectáculo “Monsters Of Rock” com Alice Cooper e os Rasmus, como convidados especiais de Wladiwostock até Moscovo. Cantaram pela paz na fronteira entre as duas Coreias, porque uma das suas canções se assemelhava a uma banda sonora mundial para impedir a corrida ao armamento e um hino para a auto-destruição da Cortina de Ferro: o tema “Wind Of Change”. “É muito inspirador ver que, quando actuamos, muitos jovens estão a olhar para o palco, a cantar temas que foram escritos quando os próprios ainda não tinham nascido”, diz Klaus Meine.

O combustível da banda é a actuação ao vivo. “Penso que esse é o maior e mais importante argumento”, afirma Klaus Meine. “Os SCORPIONS são uma banda que desde o início viu que o seu lugar era em cima do palco, nos maiores palcos mundiais e nos maiores estádios e arenas.

Não passou muito tempo desde que a revista alemã Focus solicitou uma entrevista aos SCORPIONS, pouco tempo antes do seu concerto em Manhattan. O jornalista e um fotógrafo acompanharam a banda por Times Square. O jornalista pareceu estar surpreendido pelo facto da banda, mundialmente famosa, poder passar tranquilamente por Times Square sem causar nenhuma agitação. “Nova Iorque é assim”, afirma Rudolf Schenker. “Não é nada de especial o facto de uns músicos estarem a passear pela rua.” Foi então que apareceu a primeira pessoa a pedir um autógrafo, seguida de uma outra pessoa. Depois os fãs queriam tirar fotografias. O resultado: segundo o jornalista, foram precisos apenas 5 minutos para criar um engarrafamento em Times Square. O jornal alemão Der SPIEGEL escreveu: “Na Alemanha, muitas pessoas não acreditam ou não querem acreditar que os Scorpions oriundos de Hanover, fundados em 1965 como uma banda de escola, ainda são um grande êxito pelo mundo fora. Outro facto importante: Só no ano passo, a banda deu mais de 70 concertos em 27 países e não para apenas um grupo de centenas de fãs ferrenhos, mas sim para uma audiência total de cerca de 1 milhão de pessoas.”

Em 2009, Rudolf Schenker e Klaus Meine voltaram a criar a música e letras para um novo álbum. Gravaram-no nos seus próprios estúdios, Scorpions-Studio, em Schwarmstedt perto de Hanover e em Estocolmo, Suécia, país natal dos produtores Mikael Nord Andersson e Martin Hanson. Matthias Jabs: “É uma equipa bem oleada. São pessoas inteligentes, que se completam mutuamente a nível musical. Há muito tempo que não nos divertíamos tanto durante a produção de um disco. Todos partilharam tarefas. Mikael ficou mais responsável pelas guitarras e Martin pela parte vocal.”

Os produtores utilizaram as novas tecnologias como o Skype e o Twitter para se manterem em contacto enquanto estavam em digressão. O baixista Pawel Maciwoda afirma: “Convivi com o a banda durante 6 meses. Este é o meu terceiro disco com os Scorpions e foi uma oportunidade excelente, muito divertida.”

Sting In The Tail é provavelmente o álbum mais característico dos SCORPIONS. Talvez até o mais simpático e decididamente o mais genuíno. As pessoas, os fãs são fundamentais para este sucesso – sem limites de classes sociais, género ou idade. E esta autenticidade da base de fãs reflecte-se nos temas presentes em Sting In The Tail: desde o tema título até à maravilhosa balada rock, “Lorelei” (“Fala sobre uma lenda alemã, uma história muito conhecida. A lenda diz que quando se sobe o Reno e se passa por um determinado penhasco, alegadamente ouve-se o canto de Lorelei. Os barcos embatem nesse penhasco porque os comandantes ficam hipnotizados ao som do canto e esquecem tudo o resto. Lorelei representa as tentações que todos encontramos diariamente”) até “The Good Die Young”. Klaus Meine diz o seguinte sobre este tema: “É uma canção muito profunda. Fala sobre pessoas que se impõem pela defesa da paz e da liberdade. Nos tempos que correm e num mundo que se desiquilibra cada vez mais, tentamos passar esse sentimento para a música.”

Excerto da espectacular faixa “Raised On Rock”: “I was born in a hurricane/Nothing to lose and everything to gain/Ran before I walked/Reaching for the top/Out of control just like a runaway train.” Este é o primeiro verso do tema cujos fortes riffs de guitarra e batidas pulsantes são típicos da sonoridade dos SCORPIONS. Representa a carreira da banda. “É um tema que reflecte aquilo que é o núcleo de uma banda”, afirma Klaus Meine. A banda cresceu no universo do Rock ‘n’ Roll, uma paixão que ainda mexe com as pessoas e “que nos desafia a todos a criar novos mundos e a fazer sempre música. A música rock é o motivo pelo qual estamos a viver o nosso sonho.” No final de contas, é uma balada que se relaciona com uma das canções mais bem sucedidas na história dos SCORPIONS: “Sly”, três letras. E não é coincidência alguma o facto de estas três letras se referirem a “Still Loving You”: “She was born with a song in the air/In the summer of ‘85/The clouds just went and the day became so bright/A child of love angel like.”

Em Maio (2010), os SCORPIONS vão começar uma digressão mundial com o seu novo álbum. A digressão irá levá-los desde a Alemanha até 5 continentes, durante 3 anos. Será o projecto mais corajoso se não o maior alguma vez efectuado pela banda: centenas de espectáculos, centenas de milhares de fãs, inúmeras milhas no avião e autocarro de digressão.

“Get Your Sting And Blackout”—é o mote da banda. Permanece uma dúvida: será que a imensa aventura dos SCORPIONS valeu a pena? Matthias Jabs: “é uma sensação óptima ir iniciar brevemente a digressão mundial sabendo que, durante as últimas trinta décadas, conseguimo-nos tornar na banda de rock alemã mais bem sucedida de sempre. Aquilo que sinto em palco é simplesmente indescritível. Só esse momento faz tudo valer a pena.”

“A vida estragou-nos com mimos, pelo simples facto de até hoje conseguirmos estar a viver o nosso sonho”, afirma Klaus Meine. “Penso que conseguimos atingir muitos mais objectivos, ver mais locais do mundo, tocar em mais espectáculos e gravar muitos mais CDs, tal como tocar muito mais pessoas com a nossa música, do que alguma vez nos atrevemos a sonhar no início da nossa carreira. Os nossos sonhos concretizaram-se—muito mas muito para além do esperado.”

“No início desejávamos muita coisa”, diz Rudolf Schenker. “Imaginei-me a fazer parte de uma das 10 melhores bandas de rock do mundo. Até ao presente, já partilhámos o palco com os Aerosmith, KISS, Metallica, AC/DC e mais outras bandas pelas quais sentíamos um enorme, até mesmo com a Orquestra Filarmónica de Berlim. Agora, vamos iniciar uma das digressões mais espectaculares da nossa carreira. É de loucos, nunca pensei que durássemos tanto tempo. Consegui concretizar muito mais do que alguma vez imaginei.”

Desde a pequena localidade de Sarstedt até às suas instalações actuais em Schwarmstedt são 61 quilómetros para Norte, sempre a subir.

Quase uma vida.

Uma carreira mundial.

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Vaya Con Dios: o novo álbum e a nova vida de Dani Klein, a solo e em francês.
VAYA COM DIOS - ‘COMME ON EST VENU’
O novo álbum e a nova vida de Dani Klein, a solo e em francês!
Nas lojas a 29 de Março!
Participação de Toots Thielemans e Philip Catherine

VAYA CON DIOS ‘COMME ON EST VENU’
Site oficial * Myspace * iTunes

1. Les Voiliers Sauvages de Nos Vies
2. Matelots
3. A En Mourir Pas
4. Vingt Ans
5. Pauvre Rutebeuf
6. La Pirogue de L’Exode
7. Il Suffisait d’y Croyre
8. Comme On Est Venu
9. Il Restera Toujours (with Toots Thielemans)
10. Pauvre Diable
11. Le Compte à Rebours
12. La Vie C’est Pas Du Gâteau (with Philip Catherine)
13. Charly’s Song


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BIOGRAFIA
A primeira vez que ela cantou num palco foi num musical sobre Jacques Brel. Agora, 25 anos mais tarde, Dani Klein, a voz dos Vaya Con Dios, vai finalmente lançar o seu álbum a solo, cantado em francês.

É um risco que a própria afirmou que nunca iria correr. A cantora sorri quando se lembra que, em certa ocasião, disse a um jornalista que as suas canções foram quase todas compostas em inglês porque não queria competir com os grandes compositores franceses. Mas após dois anos de uma colaboração continua com músicos de topo e ao acordar a meio da noite para escrever aquela palavra certa, Comme on est venu… é um disco pronto a demonstrar que uma voz poderosa, repleta de emoção e em conjunção com lirismo poético, é capaz de levar a música muito além das fronteiras linguísticas.

Foi há mais de 20 anos atrás que Dani Klein, Dirk Schoufs e Willy Lambregt apresentaram o seu álbum de estreia do seu trio de blues cigano, conhecido como Vaya Con Dios. Os especialistas do sector e até mesmo alguns amigos disseram aos elementos da banda que nunca iriam chegar longe: a sonoridade acústica era demasiado difícil de rotular, muito difícil de publicitar.

A banda era decididamente eclética: uma mistura de música lounge e blues, pop com um toque latino e soul de Memphis. Mas desde o primeiro single de sucesso da banda, Just a Friend of Mine, a banda tornou-se numa referência musical na Bélgica. Dois anos mais tarde, com lançamento do segundo álbum, Night Owls, a banda conquistou fama internacional. Os fãs da música que ansiavam por batidas soul após o movimento New Wave marcado pelos sintetizadores e que estava a dominar as ondas hertzianas, devorou a música da banda belga, criando êxitos tais como o ritmado Nah Neh Nah e o lento e sensual What’s a Woman, clássico da voz de Dani Klein.

Entre as digressões contínuas e as participações televisivas, as audiências continuaram a ser surpreendidos e a ficar deliciados por conhecer a belga cuja voz pensavam pertencer a uma senhora do blues do Sul dos EUA. Após duas décadas, a sua voz ainda tem a força necessária para causar impacto. Profunda, imprevisível e completamente confiante, a voz de Dani Klein perdura na nossa ente muito tempo depois de o CD ter terminado.

As pressões da fama são bem conhecidas e cedo a banda separou-se. Pouco tempo depois, Dirk morreu de forma trágica e Dani teve que se recompor e tomar uma decisão. Decidiu continuar com o nome Vaya Con Dios como artista a solo, como um tributo aos músicos que criaram a banda e a todos aqueles que contribuíram para a sua carreira continuar.

Foi nitidamente a decisão acertada. Mais três álbuns e duas compilações mais tarde, os Vaya Con Dios venderam mais de 10 milhões de álbuns e têm fãs espalhados pelo mundo inteiro. As letras compostas por Dani incluem os êxitos Puerto Rico, Heading for a Fall e Don’t Break My Heart são extremamente sentidas e poéticas, lamentando relações falhadas e negações teimosas.

Comme on est venu… continua essa tradição. Inspirando-se na sua paixão pelos grandes compositores franceses, como Jacques Brel, Georges Brassens e Barbara, Dani canta metaforicamente sobre o amor como um navio naufragado, sobre a beleza simples que alivia o desgosto, no tema título do disco, sobre a vida e a morte e todas as insignificâncias que surgem pelo meio.

“Estou um pouco a voltar às minhas raízes”, afirma Dani, que cresceu a ouvir os cantores franceses na rádio. “É como se estivesse a voltar às minhas primeiras influências.”

No entanto, quando era adolescente e dançava ao som de Otis Redding e Aretha Franklin nos clubes nocturnos de Bruxelas, Dani tornou-se viciada na música soul. “O R&B é sinónimo de vozes quentes e ritmos animados, ao passo que nas canções francesas, o que se destaca mesmo são as letras”, afirma. Desde então, a cantora tenta unir estes dois elementos e Comme on est venu… é a combinação perfeita destes dois estilos musicais.

A colaboração foi um dos factores chave para acertar nas letras. Dani participou na composição da maior parte dos temas do álbum, colaborando com um conjunto diversificado e talentoso de músicos como Manuel Istace (mais conhecido como Uman) e Luc Weisser (que compôs o êxito de Dani, Don’t Break My Heart), autor de quatro temas presentes no novo álbum.

“Gosto muito do material que Uman compõe e isso fez-me sentir segura”, explica Dani. Carmelo Prestigiacomo, com quem Dani já compôs temas no passado, tais como Time Flies, “ele vinha até à minha casa com todo o seu equipamento de gravação e começava a tocar qualquer coisa – tocava, tocava, tocava e eu começava a cantar. E depois, de repente, eu começava a escrever e a canção era criada instantaneamente. Mas com outros temas, por vezes chegava a demorar até mais de um ano apenas para encontrar a frase certa.” As canções francesas de Luc Weisser ficaram retidas na sua mente desde o primeiro momento que as ouviu, há 20 anos atrás, e agora era o momento certo para cantar algumas dessas canções.

Para além desta mistura de talento, duas lendas vivas também oriundas da Bélgica, participam no álbum Comme on est venu…: Toots Thielemans, o famoso nome do jazz, que há 50 anos atrás literalmente reinventou a interpretação da harmónica, participa no tema Il restera toujours, e o virtuoso da guitarra jazz Philip Catherine participa no tema La vie c’est pas du gâteau.

Outro tributo aos compositores franceses, dois dos temas presentes no álbum Comme on est venu… são versões do repertório do lendário cantor e compositor Leo Ferré. Um dos temas, Vingt ans, é uma das suas composições originais e o outro tema, Pauvre Rutebeuf é um poema do século XIII de Rutebeuf que Ferré passou para música.

O álbum encerra de forma grandiosa com um tema instrumental composto pelo pai de Dani, Charles Schoovaerts, que faleceu pouco tempo após de o tema ter sido gravado.

Todo este ecletismo pedia um grande produtor e o próprio filho de Dani Klein, Simon Schoovaerts (também conhecido como DJ Le Saint) aceitou a responsabilidade, trabalhando em proximidade com músicos de topo tais como William Lecomte, Salvatore La Rocca, Hans van Oosterhout, Red Gjeci, Tim De Jonghe, Francis Perez, Rony Verbiest e Bruno Castellucci, entre outros, para criar a sonoridade e atmosfera perfeitas para o projecto final. Tudo isto foi possibilitado através de uma relação profissional de proximidade com Daniel Léon, engenheiro no estúdio de Bruxelas, Igloo Studio.

Para além de compor e gravar com os músicos, Dani tem andado em digressão mundial com os mesmos há alguns anos. De Istambul a Helsínquia, Jerusalém a Montreal, São Petersburgo a Beirute e novamente de volta, os Vaya Con Dios já fizeram centenas de espectáculos em mais de 40 países, sendo que a sua maioria chegou a esgotar.

O concerto de estreia de apresentação do disco Comme on est venu foi a 19 de Janeiro 2010 em Bruxelas, no Théâtre Varia, seguindo-se uma digressão mundial ao estilo cabaré, com novos temas e a oportunidade de conhecer Dani Klein de forma completamente diferente.

Quem estiver familiarizado como repertório substancial dos Vaya Con Dios irá reparar que Comme on est venu… é um disco mais orquestral, com uma marcante secção de cordas e sopro, mas também integra uma sonoridade lounge actual.

“As pessoas que já ouviram este novo álbum dizem que ainda soa muito a Vaya Con Dios”, diz Dani a sorrir, “o que é bastante espectacular”.

Nem por isso. Pode-se mudar o idioma, mas é impossível mudar a convicção, a voz e a paixão de Dani Klein.

Lisa Bradshaw

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Sade: novo álbum 'Soldier of Love' continua em 1.º lugar no iTunes
SADE - ‘SOLDIER OF LOVE’
Novo álbum continua em 1.º lugar no iTunes!

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SADE ‘SOLDIER OF LOVE’
Site oficial * Myspace * iTunes *

1. The Moon and the Sky
2. Soldier of Love
3. Morning Bird
4. Babyfather
5. Long Hard Road
6. Be That Easy
7. Bring Me Home
8. In Another Time
9. Skin
10. The Safest Place

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Soldier of Love é apenas o sexto álbum de estúdio que a banda de Sade lança durante a sua carreira de 25 anos, sendo também o primeiro após Lover's Rock (2000). Para a própria cantora, o elemento central que reúne o esforço de composição da banda, trata-se apenas de uma questão de integridade e autenticidade. “Só gravo discos quando sinto que tenho algo para dizer. Não estou interessada em editar apenas com o objectivo de vender algo. Sade não é uma marca”.
O chamamento para a banda se reunir surgiu em 2008, no estúdio Real World de Peter Gabriel, próximo da casa de Sade, localizada na região rural do sudoeste de Inglaterra. Foi a primeira vez que os quatro elementos da banda se juntaram desde a digressão Lover's Rock que terminou em 2001. O baixista Paul Denman viajou de Los Angeles, onde se encontrava a desempenhar o papel de manager da banda punk do seu filho, os Orange. O guitarrista e saxofonista Stuart Matthewman interrompeu o seu trabalho em Nova Iorque para uma banda sonora de um filme, e o teclista Andrew Hale deixou o seu trabalho como consultor de A&R (Artistas e Repertório).
Numa série de sessões quinzenais no estúdio Real World, Sade reuniu o material necessário para um novo álbum, relativamente ao qual todos os elementos da banda sentiram ser, provavelmente, o seu disco mais ambicioso até à data. Em particular, a parte sonora e as batidas marciais do tema título, Soldier Of Love, soavam bastante diferentes do seu repertório anterior. Segundo Andrew Hale: “A grande questão para todos nós no início era: será que ainda queremos fazer isto e será que ainda nos iríamos dar bem como amigos?” A resposta logo surgiu sob a forma de uma certeza apaixonada.
O álbum foi terminado no Verão de 2009, gravado na sua maioria no estúdio Real World. Desta vez, o sentimento presente na música tinha passado da soul da “velha guarda” em Lover's Rock e assumiu uma identidade mais ecléctica. Por vezes, a banda apresentava o som típico de Sade, com o saxofone de Matthewman em “In Another Time” e a parte vocal no tema Long Hard Road hymning. Mas com temas como a faixa reggae alegre e peculiar, Babyfather, e o tema de abertura do disco, com arranjos dramáticos, The Moon and the Sky, a banda estava a explorar um novo território. “Nunca quis repetir-me”, afirma a cantora. “E isso torna-se um desafio mais interessante para a banda, à medida que vamos seguindo o nosso percurso”.
Valleys of Neptune
35 anos em Portugal
Sting in the Tail
Comme on est venu
For Your Entertainment
Transcontinental Hustle
Raw Power - Legacy Edition
ACDC IRON MAN 2 - Deluxe Edition
ACDC IRON MAN 2 - Standard Edition
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